QUALIDADE FÍSICO-QUÍMICA DE ABOBRINHA ‘MENINA BRASILEIRA’ MINIMAMENTE PROCESSADA
DOI:
https://doi.org/10.33837/msj.v2i2.1010Palavras-chave:
Curcubita moschata, processamento mínimo, refrigeração, salmouraResumo
A abobrinha (Curcubita moschata) é versátil e possui grande aceitação pelos consumidores e sua produção pode colaborar com a agricultura familiar. Atendendo às profundas modificações do padrão de alimentação, com busca por alimentação mais saudável e fresca objetivou-se com este estudo avaliar a qualidade físico-química de abobrinha ‘Menina Brasileira’ minimamente processada armazenada sob refrigeração. O estudo foi delineado em esquema fatorial (2 x 2 x 10) dois tipos de corte (rodelas de 5 mm e retalho), dois tratamentos (com e sem salmoura ácida) e 10 épocas de avaliação com intervalo de 3 dias. As avaliações físico-químicas foram de sólidos solúveis, acidez titulável e aparência. Notou-se melhor estabilidade físico-química e sensorial para os tratamentos com salmoura e também para o corte em fatia.Referências
AOAC - Association Official Analytical Chemistis. (2010). Official Methods of Analysis of AOAC International (18ª ed.) Gaithersburg: AOAC.
Artés, F., Gómez, P. A., Artés-hernandez, F. (2007). Physical, physiological and microbial deterioration on minimally fresh processed fruits and vegetables. Food Science and Technology International, 13(3), 177-188.
Bee, R.A., Barros, A. C. S. A. (1999). Sementes de abóbora armazenadas em condições de vácuo. Revista Brasileira de Sementes, 21(2), 120-126.
Durigan M. F. B., Mattiuz B. H. (2007). Efeito de injúrias mecânicas na qualidade de abobrinhas armazenadas em condição ambiente. Horticultura Brasileira, 25(2), 291-295.
EMBRAPA- Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. (2011). Processamento Mínimo de Produtos Hortifrutícolas. Disponível em: <https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/54160/1/DOC11007.pdf> Acesso em: 30/01/2018.
INTERNATIONAL FRESH-CUT PRODUCE ASSOCIATION (2001). Food safety guidelines for the fresh-cut produce industry (4ª ed.) Washington, DC.
Moretti, C. L., Araújo, A. L., Silva, W. L. C., Krames, J. G, Ferreira, K.S., Silva, V. J. M. (2000). Avaliação da qualidade de pimentão minimamente processado. Horticultura Brasileira, 18, 329-330.
Olinik, J. R., Oliveira Junior, A, Kepp, M. A., Reghin, M. Y., (2011). Produtividade de híbridos de abobrinha italiana cultivados sob diferentes coberturas de solo. Horticultura Brasileira, 29(1), 130-134.
Pacheco, D. A., Rezende, J. A. M., Piedade, S. M. S. (2003). Biomass, vírus concentration, and symptomatology of cucurbits infected by mild and severe strains of Papaya ringspot virus. Scientia Agricola, 60(4), 691-698.
Resende, G. M., Borges, R. M. E., Gonçalves, N. P. S. (2013). Produtividade da cultura da abóbora em diferentes densidades de plantio no Vale do São Francisco. Horticultura Brasileira, 31(3), 504-508.
Rico, D., Matín-Diana, A. B., Barat, J. M., Barry-Ryan. (2007). Extending and measuring the quality off fresh – cut fruit and vegetables: a review. Trends in Food & Technology,18 (7), 373-386.
Sasaki, F. F., DelAguila, J. S., Gallo, C. R., Ortega, E. M. M., Jacomino, A. P., Kluge, R. A. (2006). Alterações fisiológicas, qualitativas e microbiológicas durante o armazenamento de abóbora minimamente processada em diferentes tipos de corte .Horticultura Brasileira, 24(2), 170-174.
Streit, N. M., Canterle, L. P., Canto, M. W., Hecktheuer, L. H. H. (2005). As clorofilas. Ciencia Rural, 35(3), 748-755.
Vilas Boas, B. M., Alves, J. A., Boas, E. V. B. V. (2011). Effect of cut type on fresh-cut 'menina brasileira' zucchini quality. Ciência e Agrotecnologia, 35(6), 1178-1185.
Wiley, R. C. (1994). Minimally processed fruits and vegetables. London: Chapman & Hall.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).